Automação Predial 4.0: A Automação Predial na Quarta Revolução

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Jaime Díaz de la Cruz

Projetista de sistemas prediais desde o início da década de 70.

Formou-se em engenharia elétrica pela Escola de Engenharia Técnica de Las Palmas de Gran Canárias, Espanha.

Sócio fundador da CD Consultoria e Projetos (São Paulo, 1980), tem participado de inúmeros projetos prediais e industriais nas áreas de energia elétrica e de automação.

Atua nas áreas de coordenação e consultoria em serviços de projeto há mais de 38 anos, com destaque para projetos de grande porte, industriais e prediais.

Participa como membro do GENE (Grupo de Excelência de Negócios de Energia) do Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA-SP).

Eduardo Díaz de la Cruz

Projetista de sistemas prediais desde 2006.

Formou-se em engenharia elétrica pela Universidade Paulista em São Paulo.

Sócio-Gerente da CD Consultoria e Projetos, tem participado da coordenação e execução de projetos executivos de instalações elétricas e de automação de edifícios corporativos de grande porte.

Participa como membro do GENE (Grupo de Excelência de Negócios de Energia) do Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA-SP).

Eduardo Mario Dias

[email protected]

 

Professor titular na Escola Politécnica da USP.

Professor do programa de pós-graduação do Instituto de Radiologia (INRAD) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Livre docente, Doutor e Mestre em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da USP.

Coordenador do GAESI/USP.

Membro do Conselho Superior de Inovação e Competitividade (CONIC) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP).

Membro da Comissão de Inovação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

Maria Lídia Rebello Pinho Dias Scoton

[email protected]

 

Pesquisadora no GAESI/USP.

Mestra e Doutora em Ciências pela Escola Politécnica da USP.

Bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Bacharel em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), Licenciada em Ciências Sociais pela Faculdade de Educação da USP.

O livro Automação Predial 4.0 é um tratado prático de imediata aplicação na área de projetos.

Foi preparado com o objetivo de oferecer assimilação imediata pela sua simples leitura.

A abordagem dos temas orienta o leitor encurtando caminho entre a extensa base tecnológica disponível e sua aplicação nos projetos.

Na primeira parte foram apresentados conceitos relativos ao empreendimento e à conceituação que se pretende aplicar a cada novo edifício; a formação da equipe e a formulação dos critérios de projeto. Apresenta-se a proposta da elaboração inicial do chamado Programa de Gerenciamento Predial (PGP), que define escopos, diretrizes e tecnologia a ser aplicada para cada novo projeto.

Na segunda parte são apresentadas as redes que ocupam o moderno edifício corporativo/comercial. Nesta parte são introduzidos os temas básicos do hardware e software das redes de automação na área de edifícios. De forma ampla são apresentados os produtos desta tecnologia, permitindo ao leitor uma introdução consistente nos modernos sistemas de automação predial.

Na terceira parte é apresentado o sistema de comunicação focado na rede de automação predial, seus protocolos e tecnologias de TI. Em parte, a automação predial chega a nossas mãos pela via da rede corporativa; desta forma, a análise de uma rede de automação se faz possível quando utilizamos a base de seu sistema de comunicação, potencial e desempenho.

A quarta parte, a de maior volume, apresenta de forma particular os subsistemas prediais, isto é, as instalações de ar-condicionado, iluminação, sistemas críticos, sistemas de incêndio, reservatórios e bombas, gestão de energia, etc. A abordagem dos temas é objetivamente prática e de imediato aprendizado. Inicia-se cada assunto tratando dos diagramas funcionais dos sistemas para logo entrar na forma de elaboração dos quadros de pontos do projeto de automação e na descrição imediata das sequências de controle.

A quinta parte é dedicada a conclusões resumindo o atual cenário da automação predial e seu contexto dentro da Quarta Revolução. Para ambos os tratados se destaca a sua afinidade e idêntico percurso, pelas vias da digitalização e da conectividade dos processos.

Finalmente, são propostas duas recomendações aplicáveis à gestão da automação.

PARTE I. O PROJETO

1. Automação Predial 4.0

1.1. Introdução

1.2. Os três pontos de ancoragem do passado

1.2.1. O sistema de automação predial
1.2.2. O sistema de telecomunicações
1.2.3. O sistema de gerenciamento de informação (rede de TI)

1.3. A tecnologia nos edifícios

1.4. Novos pontos de ancoragem – Revolução 4.0

1.5. Internet das coisas

1.5.1. A internet das coisas e a automação predial
1.5.2. A internet das coisas industrial (IIoT) e a automação predial 4.0

1.6. Processamentos na nuvem e na borda na área de TI

1.6.1. Cloud computing (processamento em nuvem)
1.6.2. Edge computing/Fog computing (computação na borda/névoa)

1.7. Integradores e serviços em nuvem

1.8. Automação e gerenciamento predial

1.9. Objetivos da tecnologia de automação predial

1.9.1. Gerenciamento e conservação de energia
1.9.2. Economia funcional
1.9.3. Flexibilidade de uso
1.9.4. Funcionalidade
1.9.5. Confiabilidade e segurança

1.10. Sustentabilidade pelo desempenho

1.11. A função retrofit

1.12. Os recursos da automação

1.12.1. Recursos básicos de monitoramento

1.13. Resumo e conclusão

2. Empreendimento e Projeto

2.1. Introdução

2.2. Tecnologia e procedimentos

2.3. O edifício moderno e seu projeto

2.4. Os problemas são muitos

2.4.1. A realidade aqui e em todo lugar

2.5. A evolução dos projetos prediais

2.5.1. Anos 70 (início da Terceira Revolução)
2.5.2. Anos 80
2.5.3. Anos 90
2.5.4. Anos 2000

2.6. O projeto da parte básica e da automação

2.7. O esquema de trabalho

2.7.1. A preocupação com o detalhe
2.7.2. O que evitar
2.7.3. Os resultados

2.8. O Programa de Gerenciamento Predial (PGP)

2.8.1. Ciclo 4.0, PGP e gerenciamento do ciclo de vida do projeto de automação

2.9. Ao comprar os projetos dos sistemas prediais

2.10. O que solicitar ao fornecedor final do BMS

2.11. O projeto visto pelo fornecedor final

2.12. Resumo e conclusão

3. O Projeto de Automação Predial

3.1. Introdução

3.2. O projeto de automação

3.2.1. Programa e organograma
3.2.2. O coordenador do projeto

3.3. Análise do projeto

3.4. Grupos de recursos aplicáveis

3.4.1. Considerações do projeto

3.5. Definição básica dos subsistemas

3.5.1. Controle e automação do ar-condicionado
3.5.2. Subsistemas da infraestrutura predial básica
3.5.3. Subsistemas configurando “pacotes de fornecimento exclusivo”
3.5.4. Lista de pontos de automação/quadro de pontos

3.6. Divisão de responsabilidades do projeto

3.6.1. Serviços do projetista da automação
3.6.2. Serviços do projetista do ar-condicionado
3.6.3. Serviços do integrador a ser contratado

3.7. Definição da rede de controle

3.8. Etapas do projeto de automação predial

3.8.1. Estudo preliminar
3.8.2. Projeto básico
3.8.3. Projetos pré-executivo e executivo

3.9. O Integrador Master dos Sistemas Prediais (FMSI)

3.10. Debates e perspectivas

3.10.1. Tecnologia e custos
3.10.2. Quanto investir na automação predial
3.10.3. O retorno do investimento na automação
3.10.4. A impossibilidade de voltar ao passado
3.10.5. Facilidades do software de gerenciamento predial
3.10.6. A nova atividade da área de engenharia

3.11. Resumo e conclusão

PARTE II. AS REDES

4. Sistemas em Rede nos Prédios

4.1. Introdução

4.2. Analisando tendências

4.3. Controle e comunicação

4.4. As redes no edifício

4.4.1. Rede controladora predial
4.4.2. Rede de informática comercial
4.4.3. Rede de telecomunicações/telefonia

4.5. Integração das redes de automação e corporativa

4.6. Generalidades das redes

4.6.1. Modelos e padrões
4.6.2. Sistemas abertos
4.6.3. Arquiteturas de redes
4.6.4. A conectividade na automação

4.7. A problemática (diluída) da integração

4.8. Conectividade com harmonia

4.9. Resumo e conclusão

5. Introdução à Rede Controladora

5.1. Introdução

5.2. Um padrão de controle característico

5.3. Controle distribuído

5.4. Uma mesa de conferências organizada

5.5. O terminal de controle no controle distribuído

5.6. Controladoras primárias e secundárias

5.7. A unidade controladora

5.7.1. Programação da controladora
5.7.2. Memória auxiliar
5.7.3. Interface interna
5.7.4. Interfaces de comunicação
5.7.5. Firmware e software

5.8. O funcionamento do processador

5.9. Arquitetura da rede de automação predial

5.9.1. Um esboço do tipo unifilar
5.9.2. Nível N – Nuvem
5.9.3. Nível 1 (nível corporativo) (enterprise IT)
5.9.4. Nível 2 (nível do edifício) (network IT)
5.9.5. Nível 3 (nível de rede controladora local) (controller LAN)
5.9.6. O esquema executivo do integrador
5.9.7. A identificação do tipo de protocolo na leitura do esquema

5.10. Resumo e conclusão

6. Hardware das Redes de Automação

6.1. Introdução

6.2. Estação do terminal de controle

6.2.1. Dimensionamento do hardware do terminal de controle
6.2.2. Terminal web (servidor web)
6.2.3. Acesso externo por dispositivo móvel
6.2.4. Servidor corporativo

6.3. Controladoras tipo CDD

6.3.1. Quadros de controle/automação

6.4. Hardware básico das controladoras CDD

6.5. Entradas e saídas analógicas e binárias

6.6. Pontos de automação

6.6.1. Pontos de hardware
6.6.2. Pontos de software
6.6.3. Outros requerimentos relativos a pontos de automação
6.6.4. Custos de serviços do integrador

6.7. Hardware e arquitetura de rede

6.7.1. Nível superior ou primário
6.7.2. Nível inferior ou secundário

6.8. Arranjo convencional da automação predial

6.9. Controladoras primárias

6.9.1. Tipos de controladoras primárias

6.10. Controladoras secundárias

6.10.1. Tipos de controladoras secundárias

6.11. Hardware de ativos de rede para automação

6.11.1. Hubs
6.11.2. Switches

6.12. Resumo e conclusão

7. Software das Redes de Automação

7.1. Introdução

7.2. Firmware e software

7.3. Funções de software de comunicação

7.4. Configuração CDD

7.4.1. Programação baseada em texto
7.4.2. Programação em blocos de função
7.4.3. Software de programação gráfica

7.5. Sequências de controle

7.5.1. Metodologia das sequências de controle

7.6. Funções gerais de programação

7.7. Software de gerenciamento

7.8. Terminal de controle e servidor de rede

7.8.1. Funções específicas do terminal de controle
7.8.2. A relevância discreta do terminal de controle
7.8.3. Programação e recursos gráficos
7.8.4. Telas gráficas
7.8.5. Relatórios
7.8.6. Programas do operador
7.8.7. Senha do operador
7.8.8. Registro histórico
7.8.9. Gerenciamento de manutenção

7.9. Recursos e funções das controladoras

7.9.1. Controle Digital Direto (CDD)
7.9.2. Partida e parada otimizada
7.9.3. Programação de tempo automática
7.9.4. Ciclo de serviço
7.9.5. Controle de temperatura
7.9.6. Controle de demanda
7.9.7. Amostragem de tendência
7.9.8. Evento inicial
7.9.9. Programação noturna
7.9.10. Processamento de alarmes
7.9.11. Função by-pass (override)
7.9.12. Analíticos de energia

7.10. Classificação das funções e seu âmbito

7.11. Resumo e conclusão

PARTE III. COMUNICAÇÃO

8. O Sistema de Comunicação

8.1. Introdução

8.2. A rede de comunicação em destaque

8.3. A geração e transmissão de uma mensagem

8.3.1. Os três passos de uma comunicação

8.4. Passo I – Geração de um pacote de informação

8.5. Passo II – Acesso ao meio físico

8.6. Passo III – Codificação de uma sinalização

8.7. Os problemas a vencer

8.8. Entrando nas comunicações

8.9. Conceitos e princípios da transmissão de dados

8.9.1. Multiplexação digital
8.9.2. Multiplexação analógica

8.10. Protocolos síncronos e assíncronos

8.11. O controle de acesso ao meio físico

8.12. Codificação e sincronização

8.13. Transmissão e controle

8.14. Hardware e software das comunicações

8.15. Topologias básicas

8.15.1. Topologia em estrela
8.15.2. Topologia em anel
8.15.3. Topologia em barramento
8.15.4. Topologia livre

8.16. Comunicação e controle – Uma visão global

8.17. Resumo e conclusão

9. Modelos de Protocolos

9.1. Introdução

9.2. A problemática da integração e dos protocolos

9.2.1. A época dos protocolos proprietários
9.2.2. O progresso das padronizações

9.3. Sistemas abertos e sistemas fechados

9.3.1. Épocas e tendências
9.3.2. OPC (Open Platform Communications)
9.3.3. Uma dificuldade inesperada em sistema aberto

9.4. O que saber sobre protocolos

9.5. Modelos de comunicação

9.5.1. Modelo OSI/ISSO
9.5.2. Nível físico (1)
9.5.3. Nível de enlace (2)
9.5.4. Nível de rede (3)
9.5.5. Nível de transporte (4)
9.5.6. Nível de sessão (5)
9.5.7. Nível de apresentação (6)
9.5.8. Nível de aplicação (7)
9.5.9. O modelo 802 do IEEE

9.6. Protocolo de controle de enlace lógico

9.7. Protocolo de acesso ao meio físico

9.8. Semântica do protocolo 802.3 (CSMA/CD)

9.9. Semântica do protocolo 802.4 (token passing bus)

9.10. Resumindo conceitos e funções das camadas baixas

9.10.1. Controle de enlace lógico
9.10.2. Controle de acesso ao meio físico
9.10.3. Camada física

9.11. Camadas das redes de controle

9.12. TCP/IP – protocolos do nível de integração

9.13. A modalidade atual em termos de comunicação

9.14. Redes corporativas e de automação com IP

9.15. O ingresso da automação na rede corporativa

9.15.1. O encontro das redes corporativa e de automação
9.15.2. A divisão de espaço na largura de banda
9.15.3. Outras considerações

9.16. Redes compartilhadas

9.17. Uma rede corporativa problemática

9.18. Integração das redes em edifício não corporativo

9.19. Modalidades de comunicação

9.19.1. Cliente/Servidor
9.19.2. Peer-to-peer

9.20. Resumo e conclusão

10. Protocolos Abertos para Automação e IoT

10.1. Introdução

10.2. Uma revisão dos protocolos de acesso MAC

10.2.1. A função de acesso e seus métodos
10.2.2. As camadas baixas
10.2.3. Acessar ou irromper no meio físico?
10.2.4. Como gastar menos tempo na operação de acesso

10.3. Protocolos de acesso por contenção

10.3.1. A família de protocolos CSMA
10.3.2. Resumo dos protocolos por contenção

10.4. A evolução das redes Ethernet

10.5. Protocolos de acesso ordenado

10.5.1. Acesso por polling
10.5.2. Passagem por token
10.5.3. Resumo dos protocolos ordenados

10.6. Caracterização dos protocolos

10.6.1. O binômio produto-protocolo
10.6.2. O binômio rede-protocolo
10.6.3. Definições e características do software de protocolo
10.6.4. Bandwidth e throughput
10.6.5. Topologia e hardware de rede

10.7. Protocolos de controle/automação

10.8. ARCnet

10.8.1. Token e endereçamento
10.8.2. Características do ARCnet
10.8.3. Formato dos quadros do protocolo
10.8.4. Um protocolo determinístico
10.9. BACnet (Standard 135 – ASHRAE)
10.9.1. BACnet/IP

10.10. LonTalk (LonMark – Echelon Corporation)

10.10.1. Chip Neuron
10.10.2. LonTalk
10.10.3. As camadas do protocolo LonTalk

10.11. Discutindo o CSMA-p-persistente preditivo

10.12. Modbus

10.12.1. Características do Modbus
10.12.2. Comunicação mestre – escravo
10.12.3. Aplicações do protocolo Modbus

10.13. Esquema resumo de camadas e protocolos

10.14. Redes e protocolos para IoT

10.14.1. Protocolo LoRaWAN (Long Range Wide Area Network)
10.14.2. Protocolo ZigBee
10.14.3. Protocolo EnOcean
10.14.4. Esquemas de conectividade IoT

10.15. Retrospecto tecnológico

10.16. Resumo e conclusão

11. Interfaces e Meio Físico

11.1. Introdução

11.2. O hardware da camada física

11.3. Generalidades das interfaces tipo serial

11.3.1. Transceptores
11.3.2. Condutores
11.3.3. A interface serial ponto a ponto
11.3.4. A interface serial multiponto

11.4. Padrões das interfaces

11.5. A interface RS-485

11.6. A conectividade das interfaces bidirecionais

11.6.1. Distâncias máximas
11.6.2. A interface RS-485

11.7. A opção da interface multiponto

11.7.1. O que lembrar na interface RS-485

11.8. A interface RS-232-F

11.9. A interface USB

11.9.1. Uma ideia topológica suficiente
11.9.2. Configuração inicial
11.9.3. USB on-the-go (USB OTG)
11.9.4. Interface física
11.9.5. Conectores
11.9.6. Protocolo – Funções e características da USB

11.10. Interfaces usuais na automação predial

11.11. O cabeamento das redes de dados

11.12. Cabos UTP e SFP

11.13. Cabos de fibra óptica

11.13.1. Fibras monomodo e multimodo
11.13.2. Transmissão de sinal

11.14. Cabo coaxial

11.15. Resumo e conclusão

PARTE IV. SUBSISTEMAS INTEGRADOS

12. O Sistema na Prática

12.1. Introdução

12.2. A composição do projeto

12.3. Componentes da instalação

12.3.1. O sensor
12.3.2. O atuador
12.3.3. O terminal de controle
12.3.4. O terminal de trabalho
12.3.5. O gateway de interface do terminal
12.3.6. A controladora de interface
12.3.7. A controladora autônoma tipo CDD
12.3.8. A rede de controle
12.3.9. Unidades remotas, unidades de controle e terminal de controle

12.4. A evolução das redes de automação predial

12.4.1. Painel de supervisão dos anos 60
12.4.2. Central de supervisão dos anos 70
12.4.3. Rede de automação dos anos 80
12.4.4. Automação e controle distribuído dos anos 90
12.4.5. A automação e o controle distribuído na atualidade
12.4.6. Tendências do momento
12.4.7. Resumindo conceitos

12.5. Diferentes modalidades de redes de automação

12.5.1. Modelo I – Solução convencional de automação predial
12.5.2. Modelo II – Solução convencional de data center
12.5.3. Modelo III – Solução de rede CAN para pequeno CPD
12.5.4. Modelo IV – Solução convencional com unidades IP
12.5.5. Modelo V – Internet das coisas e soluções wi-fi

12.6. Generalidades da integração dos subsistemas

12.7. Procedimentos de integração

12.8. Integração com detecção e alarme de incêndio

12.9. Integração do controle de acesso

12.10. Integração da subestação e do grupo gerador

12.11. Salas de controle (BMS e segurança)

12.12. Resumo e conclusão

13. Gerenciamento de Energia

13.1. Introdução

13.2. A energia gasta nos edifícios

13.3. O edifício de energia zero (ZEB)

13.3.1. O ZEB visto a partir de figuras e diagramas
13.3.2. O desafio do ZEB

13.4. Conservação de energia

13.5. O gerenciamento das instalações

13.6. Racionalização e economia

13.7. O controle de demanda

13.7.1. Operação de controle de demanda no prédio corporativo
13.7.2. Software de controle de demanda
13.7.3. A escolha da demanda máxima de contrato e o fator de carga
13.7.4. O medidor da concessionária
13.7.5. Recursos de controle de demanda do BMS

13.8. Desligamento de cargas ou controle de cargas?

13.9. Flexibilização do controle de demanda

13.10. Tarifas de energia

13.11. Conceitos e modalidades tarifárias

13.12. Custos

13.12.1. Tarifas de uso do sistema de distribuição/transmissão (TUSD e TUST)

13.13. Mercado livre de energia

13.14. Metas para gerenciamento de energia

13.14.1. O impacto da demanda
13.14.2. Economizando e viabilizando

13.15. Controle CDD e gerenciamento de energia

13.15.1. Recursos do terminal de controle

13.16. Software analítico de energia

13.17. Resumo e conclusão

14. Automação do Ar-Condicional

14.1. Introdução

14.2. A especialidade ar-condicional – Automação

14.3. A época passada

14.4. Técnicas específicas de ar-condicionado

14.5. Sequências de controle de ar-condicionado

14.6. Controle distribuído e ar-condicionado

14.7. Controle de chillers e fan coils

14.8. Unidades resfriadoras com controle digital

14.9. Motobombas de água gelada e de condensação

14.10. Controle do ar

14.11. Unidades de tratamento de ar

14.12. Caixas de Volume de Ar Variável (CVAVs)

14.13. A energia elétrica no ar-condicionado

14.13.1. Água gelada = Energia
14.13.2. Volume de ar condicionado = Energia

14.14. Técnicas de controle e de distribuição de ar

14.14.1. Fan coil de velocidade constante e vazão variável com caixas VAVs
14.14.2. Fan coil de vazão variável com caixas VAVs
14.14.3. Fan coil com vazãp regulada por terminal
14.14.4. Recursos de programação
14.14.5. Recursos dos variadores de frequência
14.14.6. Controle da tomada de ar externo
14.14.7. A interface das unidades de controle secundárias
14.14.8. Monitoramento e controle do fan coil
14.14.9. Controle do fan coil e de CVAVs com wi-fi
14.15. O quadro de controle do fan coil
14.15.1. Divisão de responsabilidades e de escopo
14.15.2. O projeto executivo do integrador
14.15.3. A sistemática de trabalho entre as especialidades

14.16. Controle e automação do sistema VRF

14.17. Qualidade e pressão do ar

14.18. Controle de entalpia

14.19. Recursos e facilidades de automação

14.20. Termoacumulação por gelo

14.21. Um esquema de termoacumulação

14.22. Automação da central de água gelada

14.22.1. O quadro de pontos da central de água gelada

14.23. Telas gráficas para ar-condicionado

14.23.1. O ponto de partida
14.23.2. Tela gráfica das motobombas primárias de água gelada
14.23.3. Tela gráfica dos chillers
14.23.4. Tela gráfica das motobombas secundárias de água gelada
14.23.5. Tela gráfica do circuito do condensador
14.23.6. Tela gráfica típica do fan coil

14.24. Processo de controle de demanda de energia

14.25. Resumo e conclusão

15. Gerenciamento de Sistemas Críticos

15.1. Introdução

15.2. A supervisão dos sistemas críticos

15.3. Diversidade e inteligência distribuída

15.4. O sistema central de supervisão

15.5. O grupo das instalações de missão crítica

15.6. Supervisão e fornecimento de energia

15.7. A arquitetura dos sistemas críticos

15.7.1. A escolha do hardware de automação

15.8. Cabina primária e subestação transformadora

15.9. Geração de energia e transferência de cargas

15.9.1. Monitoramento do gerador
15.9.2. Interfaces seriais
15.9.3. Interface por pontos discretos
15.9.4. Monitoramento da chave de transferência automática
15.9.5. Integração da unidade de controle do gerador
15.9.6. Interface serial da unidade digital do gerador

15.10. Reserva e alimentação de óleo diesel

15.10.1. O conjunto de tanque, motobomba e filtros
15.10.2. A reserva de óleo e seu tratamento
15.10.3. A central digital do tanque de óleo
15.10.4. Pontos de supervisão do sistema de óleo
15.10.5. Operação a partir do terminal de controle
15.10.6. Tarefas do projetista

15.11. Chave de transferência automática (ATS)

15.11.1. A unidade digital da chave ATS
15.11.2. Conexões de controle
15.11.3. Recursos de programação das chaves ATS
15.12. Ar-condicionado de precisão em data center
15.12.1. A escolha de equipamentos incorporando funções de automação
15.12.2. A interface serial da máquina
15.12.3. Outros elementos de supervisão

15.13. Outros pontos de supervisão na área de TI

15.13.1. Sensor de líquido
15.13.2. Sensores de temperatura para as salas de TI
15.13.3. Sensores de umidade para as salas de TI
15.13.4. Sistema de alarme de incêndio e instalações de ar-condicionado
15.14. UPSs (Uninterruptible Power Supply)
15.14.1. Operação da UPS
15.14.2. Controle remoto das UPSs
15.14.3. Capacidade das UPSs e tempo de autonomia
15.14.4. A inevitável contagem regressiva
15.15. PDU (Power Distribution Unit)
15.15.1. Dimensionamento do papel
15.15.2. Disjuntores plug-in e TCs de monitoramento
15.15.3. Emissão de alarme de limites de carga
15.15.4. Arranjo básico
15.15.5. Unidade digital de controle

15.16. Chave de transferência estática (STS)

15.17. PDU rack (Power Distribution Unit rack)

15.18. A difusão dos alarmes

15.19. Simulação de uma falha de energia

15.19.1. O início do evento
15.19.2. Primeira rodada de alarmes do sistema de supervisão
15.19.3. A operação das unidades S1 e S2
15.19.4. A operação das unidades P1 e P2
15.19.5. A operação do terminal de controle e seu operador
15.19.6. A operação das ATSs
15.19.7. A operação das UPSs A e B
15.19.8. A presença da tensão dos geradores
15.19.9. Outras hipóteses possíveis de falhas de fornecimento de energia

15.20. A gestão do BMS 4.0

15.20.1. Monitoramento de instalações de utilidades
15.20.2. Monitoramento do sistema de detecção e alarme de incêndio
15.20.3. Monitoramento dos sistemas de segurança
15.20.4. Funções de reconfiguração
15.20.5. Funções de avaliação de desempenho
15.20.6. Exemplos de falhas funcionais envolvendo a gestão do BMS
15.20.7. Exemplos dos processos de alarme envolvendo a gestão do BMS
15.20.8. Proposta de formalização da gestão do BMS 4.0

15.21. Resumo e conclusão

16. Controle de Iluminação

16.1. Introdução

16.2. Técnicas de automação para iluminação

16.3. Operação da iluminação

16.3.1. Programação fixa no tempo
16.3.2. Programação variável no tempo
16.3.3. Detecção de presença
16.3.4. Incidência de eventos
16.3.5. Condições variáveis de luz

16.4. Dispositivos de controle

16.4.1. Módulos digitais de controle de luz
16.4.2. Controladoras de uso geral
16.4.3. Sensores de presença
16.4.4. Reatores eletrônicos dimerizáveis

16.5. A geração de reatores de controle digital

16.6. Sistemas de iluminação mistos

16.7. Composição de sistemas de controle de luz

16.8. A tecnologia DALI

16.9. A interface DALI

16.10. Componentes DALI

16.11. Resumo e conclusão

17. Motobombas e Reservatórios

17.1. Introdução

17.2. Supervisão e automação de motobombas

17.2.1. Quadros convencionais
17.2.2. Quadros associados a dispositivos de partida
17.2.3. Quadros com variadores de velocidade

17.3. Quadro de pontos de automação de motobombas

17.4. Automação de motobombas de água

17.5. Níveis de controle e demanda de energia

17.6. Modalidades de operação

17.6.1. Modalidade “automação” – sequências de operação
17.6.2. Modalidade “convencional” – sequências de operação
17.6.3. Modalidade “liga-desliga local” – sequências de operação
17.6.4. Alarmes previstos – sequências de operação

17.7. Programação das sequências de controle

17.7.1. Programação de operação
17.7.2. Programação de alarmes
17.7.3. Programação de monitoramento

17.8. Automação de motobombas de poço e drenagem

17.8.1. Descrição funcional

17.9. Operação de motobombas de poço e drenagem

17.9.1. Quadro de pontos de automação

17.10. Solicitações para o sistema de automação

17.10.1. Tela gráfica do sistema
17.10.2. Recursos de programação

17.11. Monitoramento das redes de incêndio

17.12. Automação das motobombas de incêndio

17.12.1. Automação de quadros certificados de motobombas de incêndio
17.12.2. Automação de quadros não padronizados para motobombas de incêndio

17.13. Diagrama funcional da motobomba de incêndio

17.14. A motobomba jockey

17.14.1. Processo de funcionamento
17.14.2. Monitoramento crítico

17.15. Elementos de supervisão de reservatórios

17.16. Telas gráficas de motobombas e reservatórios

17.17. Motobombas de ar-condicionado

17.18. Resumo e conclusão

18. Detecção e Alarme de Incêndio

18.1. Introdução

18.2. Evolução de normas e produtos

18.3. Tecnologia e normas

18.4. Evolução de laços de detecção

18.4.1. Laço de detecção convencional
18.4.2. Laço de detecção endereçável
18.4.3. Detector analógico
18.4.4. Detector analógico/algorítmico
18.4.5. Laço endereçável de dispositivo inteligente
18.4.6. Módulos de monitoramento e de controle
18.4.7. Duas tecnologias

18.5. Componentes e funções

18.5.1. Centrais de alarme
18.5.2. Funções do sistema de alarme de incêndio
18.5.3. Circuitos de detecção
18.5.4. Modalidades básicas dos circuitos ou laços

18.6. Dispositivos do sistema de alarme de incêndio

18.6.1. Detector de alarme de incêndio
18.6.2. Detector de fumaça
18.6.3. Detector de temperatura
18.6.4. Acionador manual de alarme
18.6.5. Avisadores de alarme
18.6.6. Dispositivo de interface
18.6.7. Detecção por imagem

18.7. Rotinas e sequências da central de alarme

18.7.1. Função de reconhecimento
18.7.2. Função de reset
18.7.3. Função silenciadora de alarme da central

18.8. Definição de zonas

18.9. Tecnologia e equipamentos

18.9.1. Controladora de laço SLC

18.10. Circuito de linha de sinalização (SLC)

18.10.1. Funções de supervisão
18.10.2. Funções de controle

18.11. Circuito de dispositivos de iniciação (IDC)

18.12. Circuito de sinalização de alarme (NAC)

18.13. Esquemas de circuitos

18.14. Classes de circuitos

18.15. Estilos de circuitos

18.16. Esquemas de conexão

18.16.1. Circuito de Linha de Sinalização (SLC)
18.16.2. Circuito de Dispositivo de Iniciação (IDC)
18.16.3. Circuito de Instrumento de Notificação de Alarme (NAC)

18.17. Detector inteligente

18.17.1. Características dos detectores inteligentes
18.17.2. Classes de detectores inteligentes

18.18. Módulos de interface

18.19. Módulo de monitoramento

18.19.1. Controle setorial de sprinklers
18.19.2. Monitoramento da chave de fluxo de água de incêndio
18.19.3. Supervisão de válvula da rede de incêndio
18.19.4. Supervisão de contatos auxiliares
18.19.5. Modelos e recursos dos módulos de monitoramento

18.20. Módulo de controle

18.21. Módulo relé

18.22. Módulo isolador

18.23. Funções de controle de emergência

18.23.1. Funções críticas
18.23.2. Um módulo relé para cada sistema
18.23.3. Procedimentos que observam a sequência completa
18.23.4. Operação de elevadores

18.24. Verificação de alarme

18.25. Verificação de alarme positiva

18.26. Detecção e alarme por decisão compartilhada

18.27. Estratégias avançadas de detecção

18.28. Simulação de um incêndio

18.29. Combate a incêndio em áreas de TI

18.30. Funções de combate a incêndio

18.30.1. Detecção de fumaça na área de TI
18.30.2. Operação do laço, central e alarmes
18.30.3. Acionadores de alarme e estação de cancelamento
18.30.4. Centrais de alarme
18.30.5. Desligamentos elétricos no combate a incêndio
18.30.6. Operações de combate a incêndio: pré-ação e supressão

18.31. Pré-ação e supressão

18.32. Operação do sistema de pré-ação

18.33. Operação do sistema de supressão

18.34. Detecção de incêndio por aspiração

18.35. Controle de fumação

18.35.1. Recursos básicos previstos em normas

18.36. Um esquema de controle de fumaça

18.37. Resumo e conclusão

19. Controle de Acesso

19.1. Introdução

19.2. Funções básicas do software

19.3. Funções básicas do hardware

19.4. Filosofias de segurança

19.5. Configuração básica

19.5.1. Arquitetura de controle

19.6. Componentes do sistema

19.7. Estação de controle

19.8. Tipos de controle de acesso

19.9. Anotações sobre a base de dados do software

19.10. Configurações de redes e sub-redes

19.10.1. Rede de controle básica
19.10.2. Controle de acesso com unidade de interface
19.10.3. Controle de acesso com leitoras inteligentes
19.10.4. Controle de acesso com unidades IP
19.10.5. Controle de acesso para balcão de recepção e cancela
19.10.6. Controle de acesso com fechaduras integradas wi-fi
19.10.7. Componentes básicos da rede de controle de acesso

19.11. Controle de emergência e controle de acesso

19.11.1. Destravamento automático de portas e catracas
19.11.2. Fechamento automático de portas corta-fogo

19.12. Conexões de periféricos da controladora

19.13. Esquema geral de controle de acesso

19.14. Resumo e conclusão

PARTE V. CONCLUSÕES

20. Conclusões 4.0

20.1. Introdução

20.2. Progredir sem sobressaltos

20.3. Anotações sobre a nossa atualidade

20.3.1. A junção da automação predial na Quarta Revolução com e sem efeitos disruptivos
20.3.2. A problemática dos projetos de automação predial

20.4. Automação predial e diretrizes da Revolução 4.0

20.5. Transformação digital

20.6. Conectividade

20.7. A oferta da tecnologia IoT na automação predial

20.8. O modelo 4.0 para automação predial – recomendações

20.8.1. Procedimentos de projeto na Automação Predial 4.0
20.8.2. Gestão do BMS 4.0

20.9. Final

Bibliografia

ISBN:
9788574529158
Edição:
1
Páginas:
688
Largura:
21
Comprimento:
28
Lombada:
3.6
Volume:
2116,8
Lançamento:
29/04/2019
Idioma:
Português
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